Depois de um pesadelo na noite passada, me deparei com um sonho, encostado no balcão da cozinha.
Ele.
E posso vê-lo literalmente duas vezes ao ano, sem achar que duas vezes na semana são duas vezes ao ano. E posso vê-lo ir embora, sem me desmanchar ou querer abraçar minha cadelinha e chorar. Consigo até dar tchauzinho do portão. Tchau, vou comer um pouco do amendoim que sua mãe fez e assoviar. Tchau, querido...
gostar não faz sentido. Pois é.
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